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Redação Redação
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O Bitcoin, lançado em 2009, foi a primeira criptomoeda, mas esse universo se expandiu com projetos que buscam finalidades distintas. Essa tecnologia permitiu a criação de milhares de ativos digitais, que nem sempre competem diretamente entre si. 

Conhecidos como altcoins, esses projetos têm diferentes aplicações e são suportados pelo blockchain, uma tecnologia de banco de dados distribuído. 

Aprenda agora o que é uma altcoin, como surgem, quem controla, quais seus diferenciais e o potencial de cada mercado.

O que é uma altcoin?

Altcoin é o termo usado para descrever qualquer moeda virtual além do Bitcoin. Esse nome vem da combinação das palavras em inglês “alt”, que significa alternativa, e “coin”, que significa moeda. 

Uma criptomoeda é um ativo digital que existe somente em formato digital e tem seus registros mantidos em um banco de dados distribuído. Isso permite que essas moedas sejam negociadas e armazenadas em carteiras digitais (wallets) compatíveis, eliminando a necessidade de intermediários. 

Há milhares de altcoins no mercado, cada uma com propósitos e aplicações variados, desde entretenimento até soluções para privacidade nas transações e sistemas complexos de processamento de dados fora do blockchain.

Como surgem as altcoins?

As criptomoedas alternativas, conhecidas como altcoins, são criadas a partir de registros em um banco de dados público como o blockchain. Elas consistem em linhas de código que definem as regras para a emissão e circulação desses ativos digitais. Esse processo é realizado através de contratos inteligentes, ou smart contracts, com registro no blockchain.

Não é necessário ser um programador experiente nem investir em servidores próprios para lançar novos projetos. A natureza descentralizada das criptomoedas impede a censura na emissão e movimentação de altcoins. Existem três maneiras principais de criar uma altcoin, descritas a seguir.

Criar um blockchain independente

Esse método envolve criar um blockchain independente, do zero. Antigamente, era um processo desafiador que exigia muitos usuários executando o software para prevenir transações maliciosas. No entanto, com o avanço das plataformas de contratos inteligentes, agora é possível lançar blockchains anexadas a outras redes de criptomoedas. Isso simplifica o desenvolvimento e reduz as barreiras de entrada.

Registro em blockchains existentes

Esta abordagem é a mais simples, pois permite a criação de tokens e a execução de contratos inteligentes utilizando a infraestrutura de blockchains já estabelecidos. Isso diminui o custo inicial e torna o processo muito acessível. As redes de contratos inteligentes oferecem padrões e regras que facilitam o lançamento de uma altcoin em blockchains existentes, como Ethereum, Solana e Polygon.

Lançamento de um “fork

“Fork” é uma divisão no blockchain existente, resultando na criação de uma nova criptomoeda através de alterações nas regras da rede original. Nesse processo, os detentores da moeda original recebem automaticamente a nova moeda, uma espécie de bonificação. A vantagem é que essa altcoin nasce com uma grande base de detentores, embora isso não garanta o interesse dos usuários ou a listagem nos principais mercados.

Para que servem as altcoins?

Independente de seu propósito ou funcionalidade, toda altcoin pode realizar transações e ser utilizada para pagar bens e serviços. O aspecto crucial é que qualquer movimentação pode ocorrer de forma autônoma, sem depender de um servidor central.

Assim, embora as altcoins possam ser consideradas como dinheiro virtual, elas representam muito mais. Para facilitar o entendimento, vamos segmentá-las em seis categorias, embora não exista uma classificação oficial.

Stablecoins, as moedas pareadas

Stablecoin é uma moeda digital que visa manter paridade com um ativo tradicional, como o dólar, o euro ou o ouro. Embora “stable” em inglês signifique estável, não é correto dizer que o valor das stablecoins é fixo ou determinado.

Mesmo quando há um depósito de garantia cobrindo a totalidade da oferta, as cotações das stablecoins ainda podem apresentar oscilações naturais. O principal benefício dessa categoria de altcoins é sua baixa variação média na cotação (volatilidade), especialmente quando comparada às demais criptomoedas.

Um dos principais atrativos das stablecoins é a possibilidade de realizar transferências a qualquer momento, sem burocracia ou intermediários, e a exposição ao ativo subjacente, seja uma moeda estrangeira ou o ouro.

Como funciona uma stablecoin?

Cada stablecoin tem seu próprio mecanismo para manter a paridade com ativos tradicionais, que pode incluir depósitos bancários, títulos de dívida, recebíveis, entre outros. Além disso, cada administrador tem diferentes níveis de transparência e garantias em relação às suas reservas.

Entre os exemplos mais conhecidos de stablecoins estão a USD Coin (USDC), conhecida como “dólar digital” e emitida pelo consórcio norte-americano Circle, e a Pax Gold (PAXG), emitida pela empresa Paxos, que tem sua cotação atrelada ao ouro.

Altcoins de pagamento

Altcoins de pagamento são criptomoedas projetadas para permitir que pessoas e empresas realizem transações ou adquiram bens e serviços digitalmente, sem a necessidade de intermediários como bancos ou administradoras de cartão de crédito. O Bitcoin foi a primeira criptomoeda criada com esse propósito específico.

Por funcionarem de maneira descentralizada, ou seja, sem um coordenador central, as altcoins de pagamento atuam como meio de pagamento global. Elas oferecem transações mais rápidas e custos menores em comparação aos métodos tradicionais.

Qual o diferencial das altcoins de pagamento?

As altcoins de pagamento buscam otimizar a velocidade de confirmação das transações, mas isso frequentemente resulta em comprometimentos nas áreas de segurança e descentralização quando comparadas ao Bitcoin. Entre os exemplos mais conhecidos dessas criptomoedas estão o Litecoin (LTC), o Decred (DCR) e o Bitcoin Cash (BCH).

Altcoins de utilidade

Os utility tokens, ou criptomoedas de utilidade, funcionam como chave de acesso a produtos ou serviços específicos no ambiente digital. Eles são benefícios ou créditos armazenados em blockchains públicas, onde cada moeda tem uma identificação única, o que impede sua duplicação ou falsificação.

Esses tokens podem existir mesmo em situações em que não possuem valor monetário direto, oferecendo acesso a ambientes exclusivos, produtos de cashback e programas de fidelidade. É importante notar que, embora algumas empresas sejam responsáveis pela manutenção desses tokens, isso não é uma exigência. Além disso, a sobrevivência e o funcionamento dessas altcoins são independentes da vontade do emissor.

Como funciona uma altcoin de utilidade?

O mecanismo básico de um token de utilidade é fornecer acesso a um determinado ecossistema. Por exemplo, no caso da Chainlink, a altcoin LINK é necessária para acessar os provedores de informação, conhecidos como oráculos, dentro do sistema. Assim, o LINK é um token de utilidade essencial para a comunicação e validação de dados externos.

Uma altcoin do segmento de utilidade também pode conferir direitos de voto nas decisões de plataformas descentralizadas, incluindo as organizações autônomas descentralizadas (DAOs). Entre as propostas comuns encontradas estão investimentos no desenvolvimento do próprio projeto, taxas cobradas dos usuários e a gestão dos recursos da tesouraria.

Altcoins lastreadas em ativos reais

Altcoins lastreadas são ativos digitais garantidos por ativos reais, tanto físicos quanto virtuais. Esse processo, conhecido como tokenização, transforma um bem ou direito em uma representação digital que pode ser negociada como criptomoeda. 

Esse processo oferece vantagens significativas para novos mercados, ampliando as opções de negociação e possibilitando o fracionamento do ativo em partes menores, o que democratiza o acesso. Entre os exemplos de ativos que podem ser lastreados, estão imóveis, créditos de carbono e recebíveis financeiros.

Como funciona uma altcoin lastreada?

As altcoins lastreadas representam ativos cujo valor varia de acordo com suas características e particularidades. A empresa emissora dessas altcoins é responsável por administrar o lastro, garantindo a paridade com o ativo subjacente.

Explore as altcoins de Renda Fixa Digital do MB, que são ativos digitais lastreados em ativos reais, incluindo cotas de consórcio e contratos de energia. Esses investimentos oferecem previsibilidade, estabilidade e potencial de alta rentabilidade.

Plataformas de contratos inteligentes

As altcoins das plataformas de contratos inteligentes, ou smart contracts, funcionam como computadores descentralizados, oferecendo padrões e ferramentas que permitem o lançamento de outras criptomoedas. Esses projetos adicionam camadas ao blockchain, possibilitando a execução de códigos computacionais.

Essas plataformas vão muito além das criptomoedas de utilidade, oferecendo uma rede para processamento e registro de dados. Ethereum (ETH) foi o primeiro projeto dessa categoria e é atualmente a maior altcoin em valor de mercado, embora existam muitos outros competidores.

Como funciona uma altcoin de plataforma descentralizada?

As plataformas de contratos inteligentes geralmente possuem uma altcoin nativa usada para cobrar taxas de processamento. Essa estrutura permite a criação e registro de outras altcoins em seu blockchain, cada uma com suas próprias regras de uso e funcionalidades exclusivas.

Além disso, essas plataformas suportam a criação de tokens padrão, como os ERC-20 no Ethereum. Isso possibilita o desenvolvimento e execução de aplicativos descentralizados (dApps) que funcionam sem possibilidade de censura e sem a necessidade de uma entidade central coordenando o processo.

Altcoins de privacidade

As altcoins de privacidade são projetadas para proporcionar transações anônimas e seguras, protegendo a identidade dos usuários e a confidencialidade das suas transações. Essas criptomoedas são essenciais para quem prioriza a privacidade e a segurança em operações financeiras. Elas empregam diversas técnicas criptográficas para assegurar que as transações sejam irreversíveis e não rastreáveis, garantindo um alto nível de privacidade.

Como funcionam as altcoins de privacidade?

O funcionamento das altcoins de privacidade se baseia no uso de técnicas avançadas de criptografia para ocultar informações sobre as transações. Métodos comuns incluem assinaturas em anel, que misturam dados de identificação de diversos remetentes, e provas de conhecimento zero, que permitem a verificação sem revelar os dados subjacentes. Exemplos notáveis dessas criptomoedas incluem Monero (XMR), ZCash (ZEC) e DASH.

Criptomoedas-meme

A categoria das criptomoedas-meme, ou memecoins, é distinta porque, embora possam ser utilizadas em pagamentos e ter alguma utilidade em seus ecossistemas, o foco principal é a comunidade e o entretenimento. A finalidade das memecoins está fortemente atrelada ao engajamento comunitário. É crucial exercer cautela ao investir nessa classe de altcoins, dado que o interesse em memes pode ser extremamente volátil e cíclico.

Qual o diferencial das memecoins?

As altcoins baseadas em temas e imagens que se tornaram virais buscam captar a empatia do público, criando uma base de apoiadores entusiasmados para o projeto. Essa popularidade ocorre independentemente da existência de funcionalidades específicas ou de um planejamento estratégico para expandir os casos de uso ou esforços de divulgação.

Dogecoin (DOGE)  é o exemplo mais notável dessa categoria de altcoins. Ela utiliza o logotipo de um simpático cachorro da raça Shiba Inu e foi criada sem grandes pretensões ou compromissos de desenvolvimento futuro.

Quem define o preço das altcoins?

O preço das altcoins é determinado exclusivamente pelos compradores e vendedores nas corretoras de criptomoedas (exchanges) a cada momento, independentemente da vontade do emissor. Não há um valor mínimo estabelecido nem regras que determinem a cotação dessas moedas.

É importante notar que os usuários têm a liberdade de negociar suas moedas diretamente entre si na modalidade conhecida como peer-to-peer (p2p), sem riscos de censura ou banimento. As exchanges, por sua vez, são livres para escolher quais altcoins desejam oferecer para intermediação.

Investir em altcoins significa investir em renda variável; portanto, não há garantia de rentabilidade ou previsibilidade nos movimentos de preço.

O que é “altcoin season”, ou “altseason”?

“Altcoin season” é um termo usado para descrever um período em que as altcoins registram uma valorização significativamente maior que o Bitcoin. Esse movimento é parcialmente impulsionado pelo crescente apelo de memes e previsões ultra-otimistas de influenciadores.

O fenômeno geralmente ocorre em um contexto de aumento generalizado do interesse por criptomoedas, resultando na alta de preços de várias altcoins. A “altcoin season” é influenciada por diversos fatores, tornando difícil determinar uma única causa para o aumento do interesse nessas moedas.

Esse movimento costuma acontecer quando os investidores percebem que os ganhos com o Bitcoin podem ter atingido um platô após um período de alta, levando-os a buscar melhores retornos em outras criptomoedas.

Vale a pena investir em altcoins?

Investir em altcoins se alinha a diferentes estratégias de investidores. Isso varia de acordo com o apetite de risco, o horizonte de investimento, a capacidade de fazer novos aportes e o conhecimento sobre a tecnologia das criptomoedas. A seguir, destacamos alguns fatores que favorecem o investimento em altcoins.

Potencial de valorização

A inovação tecnológica, incluindo soluções de escalabilidade e privacidade, pode aumentar o interesse em altcoins. Parcerias estratégicas e a consolidação de projetos com um grande número de usuários também contribuem para isso. Além disso, a crescente busca por sistemas descentralizados tende a elevar a confiança dos investidores, estimulando a demanda e, consequentemente, a valorização das altcoins.

Diversificação de portfólio

Investir em altcoins pode ser uma estratégia de diversificação interessante. Essas moedas digitais alternativas apresentam diferentes vetores de valorização. A variedade de casos de uso permite explorar setores emergentes como inteligência artificial, finanças descentralizadas (DeFi) e organizações autônomas descentralizadas (DAO). Ao diversificar a carteira, o investidor reduz o risco de surpresas negativas causadas por um único fator.

Inovações e recursos exclusivos

Enquanto o Bitcoin e o Ethereum têm vantagens como pioneiros em seus mercados, altcoins menores frequentemente inovam e implementam recursos exclusivos de maneira mais ágil. Essa capacidade de adaptação e experimentação pode levar a soluções mais eficientes e a casos de uso diversificados que enfrentam desafios específicos do mundo real.

10 maiores altcoins do mercado

Para determinar quais são as maiores altcoins, analisamos a capitalização de mercado, que é o valor total de mercado de cada criptomoeda. Esse valor é obtido multiplicando-se a cotação unitária da moeda pela quantidade total em circulação. Confira as maiores altcoins no ranking de capitalização em julho de 2024 segundo o ranking da Coingecko.

Ethereum (ETH)

Ethereum (ETH) é a principal rede para aplicações descentralizadas, incluindo jogos e finanças descentralizadas (DeFi). As centenas de aplicações construídas nessa rede contribuem para a solidificação da moeda digital ETH. Embora tenha enfrentado problemas de gargalo, o ecossistema Ethereum continua sendo o líder absoluto em valor depositado nos smart contracts.

Tether (USDT)

Tether USD (USDT) é uma criptomoeda que busca manter a paridade com o dólar norte-americano, classificando-se como uma stablecoin. Esse mecanismo é administrado pela empresa Tether, que inovou no segmento em 2015 ao lançar um ativo digital garantido por reservas corporativas. A confiança dos investidores na capacidade da Tether de manter a paridade entre o total de moedas emitidas e as reservas (lastro) confere uma estabilidade relativa ao sistema.

Solana (SOL)

Solana (SOL) é uma criptomoeda que opera em sua própria plataforma de contratos inteligentes (smart contracts). Como concorrente direta da Ethereum, a Solana optou por uma rede de validadores com alta capacidade de processamento, o que proporciona uma maior eficiência operacional. O foco atual do projeto é o desenvolvimento de aplicações para smartphones, incluindo o lançamento de seu próprio aparelho, o Solana Saga.

USC Coin (USDC)

USD Coin (USC) é uma stablecoin lançada em 2018 que busca manter a paridade com o dólar norte-americano. Para garantir essa paridade, o emissor assegura que cada moeda emitida é respaldada por uma quantia equivalente depositada em bancos. A USD Coin foi criada pelo consórcio Centre, uma colaboração entre a empresa de pagamentos Circle e a exchange norte-americana Coinbase.

Ripple (XRP)

Ripple (XRP) é mais do que um simples ativo digital; é um sistema que facilita transações financeiras instantâneas em nível mundial para empresas e bancos, com custos extremamente baixos. Essa altcoin utiliza um registro próprio de transações, o XRP Ledger, que é diferente dos utilizados por outras criptomoedas. Ao oferecer um sistema para liquidação internacional, o Ripple visa substituir os métodos tradicionais de pagamento.

Dogecoin (DOGE)

A criptomoeda Dogecoin (DOGE) é a maior e mais antiga criptomoeda-meme, criada em 2013. Ganhou fama mundial após Elon Musk, CEO da Tesla e SpaceX, começar a fazer uma série de postagens e comentários positivos sobre ela. Embora não tenha um desenvolvimento próprio ativo, o Dogecoin é baseado no código-fonte do Bitcoin, o que lhe confere uma grande segurança tecnológica.

Cardano (ADA)

Cardano (ADA) é um projeto que combina várias funcionalidades, incluindo a execução de contratos inteligentes e serviços de finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não-fungíveis (NFTs). Embora sua tecnologia ainda esteja em fase inicial de implementação, isso não impede que pessoas físicas ou empresas utilizem os serviços de pagamento da rede. O projeto oferece a possibilidade de intercâmbio de informações com diferentes protocolos e tecnologias, facilitando a implementação de melhorias.

Toncoin (TON)

Toncoin (TON) foi projetada para alto desempenho, capaz de lidar com grandes volumes de aplicações e transações. Seu objetivo principal é integrar serviços de criptomoedas para todos os usuários do Telegram. Diferentemente de outras criptomoedas que operam com um único blockchain, o Toncoin foca em superar os limites de escalabilidade e velocidade, que restringem a taxa de processamento.

Tron (TRX)

Tron (TRX) é a criptomoeda nativa da rede Tron, focada na execução de contratos inteligentes (smart contracts). O projeto foi criado a partir de adaptações da rede Ethereum, aproveitando seus mecanismos e funcionalidades. Embora a rede Tron seja reconhecida por sua eficiência e rapidez, ela se torna relativamente centralizada no processo de validar transações.

Polkadot (DOT)

Polkadot (DOT) é a moeda digital da rede que visa permitir a troca de dados e valores entre diferentes blockchains. Essa comunicação facilita a transferência de informações, incluindo ativos digitais. Polkadot utiliza camadas paralelas (parachains), oferecendo uma capacidade de processamento superior à da rede Ethereum.

Investir somente em altcoins ou em Bitcoin?

Enquanto o Bitcoin proporciona certa estabilidade devido à sua posição dominante no mercado, as altcoins podem oferecer oportunidades de ganhos mais significativos durante períodos como a “altcoin season”. É importante reconhecer que nem todas as altcoins vão superar o Bitcoin, e somente alguns projetos conseguem manter uma comunidade engajada e crescimento contínuo.

Investir em altcoins pode ser vantajoso se você identificar projetos subvalorizados e setores emergentes, mas envolve riscos mais altos. Diversificar entre Bitcoin e altcoins pode ser uma estratégia mais equilibrada, aproveitando a segurança relativa do Bitcoin e o potencial de valorização das altcoins. É crucial dar tempo para sua estratégia amadurecer, em vez de mudar de opinião a cada semana ou seguir cegamente recomendações de terceiros.

Quais os riscos de se investir em altcoins?

Investir em altcoins traz diversos riscos, principalmente devido à dificuldade de prever a demanda futura e à volatilidade desses ativos. Um risco significativo vem de ativos listados apenas em exchanges descentralizadas (DEXs), onde práticas enganosas de liquidez são comuns, criando uma falsa impressão de valorização e volume de negociações.

Para mitigar esses riscos, é recomendável optar por altcoins mais estabelecidas, com uma grande comunidade e listadas em exchanges centralizadas de boa reputação. No Mercado Bitcoin (MB), você encontra mais de 250 altcoins para negociar na plataforma mais segura e confiável da América Latina, podendo fazer todo o processo em nosso site ou aplicativo para Android e iOS.

Como analisar altcoins?

Primeiramente, é preciso entender que não existe um guia oficial ou regra para avaliar os fundamentos das criptomoedas. Além disso, parte do valor é subjetivo, influenciado por crenças ou finalidades de entretenimento, como nas criptomoedas-meme. De qualquer forma, a seguir listamos os principais fatores utilizados na análise fundamentalista:

  • Whitepaper e roadmap: Compreender o motivo de criação de um projeto e seus planos de longo prazo é crucial para avaliar seu potencial de mercado e apelo.
  • Tokenomics, a política monetária: Entender a emissão e distribuição dos tokens é vital para avaliar a criptomoeda, considerando escassez e concentração.
  • Análise on-chain: Monitorar endereços ativos e fluxos de depósitos ajuda a entender a adoção e engajamento da comunidade; verifique também a autenticidade do engajamento.
  • Competição: Existem mais de 400 criptomoedas com alto volume de negociação; analise a competição com sistemas centralizados e de outros projetos.
  • Descentralização e segurança: blockchains não conseguem apresentar simultaneamente alta velocidade, segurança e descentralização; soluções de segunda camada podem ajudar.

Cabe lembrar que a análise de criptomoedas não é precisa, pois os preços flutuam conforme a oferta e demanda do mercado. Na prática, o aspecto emocional é determinante na avaliação de mercado, e nenhum modelo consegue prever essas emoções com clareza.

O que preciso saber antes de comprar altcoins?

Existem inúmeros golpes e pirâmides de supostas firmas de investimento em criptomoedas que prometem retornos garantidos. Por isso, é essencial estudar o funcionamento básico desse mercado antes de investir.

Conheça o mercado de criptomoedas

Do ponto de vista operacional, o investimento em ouro, dólar e altcoins é caracterizado como renda variável, ou seja, não existe previsibilidade de retorno. A cotação das criptomoedas é determinada exclusivamente pela oferta e demanda em cada instante. Outro ponto importante é que, com a senha, é possível movimentar o saldo de qualquer endereço eletrônico da carteira digital (wallet).

Descubra seu perfil de investidor

Avaliar o seu perfil de investidor é crucial para definir a estratégia de investimento mais apropriada, especialmente ao considerar o horizonte de tempo e a disposição para aceitar riscos. O MB disponibiliza a BIO Financeira, uma análise gratuita que aborda os fatores que afetam a sua tolerância ao risco, conhecimento de mercado e capacidade de realizar novos aportes.

Escolha uma exchange confiável

Nem toda corretora (exchange) é igual, especialmente em termos de prazos, taxas, segurança e respaldo regulatório. Por exemplo, ao confiar em parceiros com domicílio em paraísos fiscais, o usuário fica desamparado. Portanto, o primeiro passo para escolher uma exchange é pesquisar sua reputação, tempo de atividade e quadro de funcionários. O MB é seguro e isso é comprovado por nossos 11 anos de funcionamento sem intercorrências.

Segurança digital

Assim como nos bancos e fintechs, o usuário é responsável por manter seus dispositivos e senhas de acesso protegidos em exchanges e carteiras digitais (wallets). As transações de altcoins são irreversíveis, portanto, deve-se evitar ao máximo exposições desnecessárias, como o uso de redes Wi-Fi públicas, computadores compartilhados ou dispositivos comprometidos. Utilize métodos de verificação adicional, como 2FA e identificação biométrica, além de manter seus antivírus e firewall ativados.

Como comprar altcoin de maneira fácil e segura?

Se você já abriu sua conta no MB, o processo é simples e rápido. O primeiro passo é efetuar uma transferência (TED ou PIX) para a conta bancária do MB. Para receber as instruções, basta clicar em “Depositar” no site ou aplicativo.

Como comprar altcoins no site do MB

Após ter seu depósito validado, clique no botão “Comprar” ou em “Produtos” na barra superior para escolher a altcoin desejada.

Selecione o valor que deseja comprar em Reais (R$) ou utilize o botão de percentual em relação ao saldo disponível.

  • Para finalizar, clique no botão “Continuar” e confirme a negociação.

Pronto, viu como é simples comprar altcoins no Brasil com segurança?

Como comprar altcoins no app do MB

O processo no nosso aplicativo oficial, disponível na App Store e Google Play, é simples. Comece acessando sua conta com o PIN de 4 dígitos ou com seu e-mail e senha de cadastro. 

Uma vez dentro da sua conta no app, clique em “Comprar” e selecione a altcoin desejada na lista de criptomoedas disponíveis.

Selecione o valor que deseja comprar em reais (R$) ou utilize o botão de percentual em relação ao saldo disponível. Pronto, agora basta clicar no botão “Continuar” e confirmar a negociação.

Altcoins são reguladas e reconhecidas no Brasil?

Sim, altcoins são totalmente legalizadas e permitidas no Brasil. Em junho de 2023, foi publicado o Decreto 11.563, que designa o Banco Central como órgão regulador desse setor, estabelecendo normas e exigências para empresas que desejam atuar nesse mercado.

Para efeitos de tributação, as altcoins devem ser declaradas na ficha “Bens e Direitos” do Imposto de Renda. Ganhos mensais abaixo de R$ 35 mil são isentos de tributação e devem ser informados na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Em resumo, a compra e custódia de altcoins são totalmente legalizadas no Brasil.

Escolher as melhores altcoins pode ser uma tarefa complexa. No MB, você pode deixar essa tarefa nas mãos de nossos especialistas através da “Cesta Inteligente”. Confira!

https://www.mercadobitcoin.com.br/economia-digital/guia/altcoins/
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Redação

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