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Solana - SOL
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MANA (Decentraland) - MANA
R$ 1,89 4.58%
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Bitcoin - BTC
R$ 346.964,11 5.72%
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Ethereum - ETH
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XRP - XRP
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ApeCoin - APE
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Redação Redação
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Lançado em meados de 2015, a Ethereum implementou novas funcionalidades para as criptomoedas, antes restritas ao universo do dinheiro virtual. Justamente por trazer mais flexibilidade, seu ecossistema é o líder em número de projetos e desenvolvedores.

Ethereum está no epicentro desta revolução digital, trazendo centenas de aplicações descentralizadas, nas mais variadas áreas, provando o acerto em sua estratégia.

Afinal, o que é Ethereum, quais suas diferenças para o Bitcoin, e, por que vale a pena comprar ETH? Tire suas dúvidas com esse conteúdo exclusivo do MB.

Boa leitura!

O que é Ethereum?

É comum, para quem acaba de adentrar no mundo das criptomoedas, se deparar tanto com o termo Ether quanto o termo Ethereum para se referir à moeda digital e isso pode causar alguma confusão. Se tratando de nomes oficiais, Ether é a criptomoeda da rede blockchain Ethereum, mas o nome que se popularizou entre os usuários para ambas foi Ethereum. 

É apenas um detalhe mas, para deixar acordado, neste conteúdo, vamos chamar ambas de Ethereum. Dito isso, seguimos com: o que é Ethereum?

Ethereum (ETH) é uma criptomoeda que roda uma rede de computadores operando sem um controle central ou possibilidade de censura.

  • Ethereum permite a programação de aplicativos que funcionam sem um coordenador, intermediando registros de dados e ativos digitais.
  • Não existe um “dono” do software que mantém a rede Ethereum funcionando, e a própria comunidade é responsável pela operação.
  • Os registros desse banco de dados blockchain são protegidos pela criptografia, o uso de códigos que evita fraudes e torna um ataque à rede muito custoso.

O que é a criptomoeda Ether (ETH)?

No coração dessa rede de processamento de dados descentralizada está a criptomoeda Ether (ETH), também conhecida como Ethereum. Vice-líder em valor de mercado, é negociada em corretoras (exchanges) no mundo todo, de forma independente.

Qualquer operação nesse sistema de dados blockchain exige uma taxa de processamento, paga na criptomoeda Ether (ETH). É justamente esse mecanismo que torna o Ethereum valioso e demandado.

Quem é responsável pela cotação do Ethereum?

Por se tratar de um sistema sem hierarquia ou controle por determinado grupo, a negociação de Ethereum é livre. Não é função dos desenvolvedores da Ethereum, ou de qualquer outra empresa, trabalhar pela valorização desta moeda digital. 

Confira a cotação atualizada do Ether (ETH) no Mercado Bitcoin visitando últimas negociações em nossa plataforma.

Quem é Vitalik Buterin?

Vitalik Buterin é considerado o mentor do Ethereum, embora o projeto tenha sido criado por um grupo de 8 pessoas. Além do Vitalik, estavam envolvidos no projeto, também, Charles Hoskinson, Gavin Wood, Joseph Lubin, Anthony Di Iorio, Mihai Alisie, Jeffrey Wilcke e Amir Chetrit. Esse russo-canadense tinha apenas 17 anos quando publicou o estudo (whitepaper) do Ethereum em 2013. Filho de um cientista da computação, foi seu pai que o apresentou ao Bitcoin em 2011.

  • Vitalik rapidamente tomou gosto pelo assunto, passando a trabalhar para um renomado criptógrafo, além de escrever para revistas e blogs. 
  • Uma premiação de 100 mil dólares da fundação de Peter Thiel possibilitou a Vitalik se dedicar em tempo integral ao Ethereum.

O que é a Fundação Ethereum?

Essa fundação é uma entidade dedicada para estudos e estímulo ao crescimento desse ecossistema, portanto não dita quais atualizações devem ser implementadas, nem tampouco é dona do software e banco de dados blockchain, mantidos pelos participantes dessa rede.

Como funciona o blockchain da Ethereum?

Os registros e transações de Ethereum são baseadas em tecnologia blockchain, uma espécie de “cartório digital” que garante total transparência e segurança. Além disso, a rede onde esse registro é armazenado é mantida pela própria comunidade, sem depender de determinada empresa ou governo.

Blockchain de segunda geração

O blockchain da Ethereum é considerado uma versão mais moderna ante seus sucessores, como o Bitcoin. Isso porque seu suporte aos contratos programáveis (smart contracts) permite registros que vão além do saldo de criptomoedas de cada usuário. Essa mudança permite o registro e execução de programas desenvolvidos, inclusive na linguagem computacional própria.

Proof-of-Stake, ou “Prova de Participação”

A rede Ethereum migrou em setembro de 2022 para a modalidade de validação de transações denominada Proof-of-Stake, ou “Prova de Participação”. A rede elege um validador dentre os depositantes de Ether (ETH) travados no staking, e esse depósito funciona como uma garantia de atuação de forma honesta. Uma consequência desse modelo é a forte queda no gasto energético quando comparado a mineração de criptomoedas do Proof of Work.

Rede sem hierarquia

Embora conte com uma rede de validadores para analisar os pedidos de registro no blockchain, todos são livres para participar desse processo. Ao mesmo tempo, o usuário comum consegue verificar qualquer movimentação, inclusive as regras de uso de smart contracts e ativos digitais na rede, tudo em tempo-real e sem custo.

Consenso distribuído

Ninguém, nem mesmo seus desenvolvedores e fundadores conseguem ditar ou obrigar os usuários dessa rede a seguir determinadas normas, rejeitar, ou aprovar mudanças no sistema. A própria comunidade de usuários se auto-coordena para manter essa rede, inclusive no processo de validação das transações.

Principais aplicações da Ethereum

A Ethereum foi criada para se tornar uma enorme rede independente de registro e execução de smart contracts sem possibilidade de censura. Abaixo listamos algumas dessas aplicações trazidas por esta inovação:

Criptoativos (tokens)

Antes do lançamento da Ethereum, uma grande dificuldade para as criptomoedas era conseguir um número suficiente de usuários mantendo sua rede e validando as transações. Isso tudo mudou com o Ethereum e os criptoativos (tokens), que aproveitam sua segurança e banco de dados.

Aplicativos descentralizados 

Aplicativos descentralizados são programas de computador registrados no blockchain. Desse modo, a própria rede se encarrega de supervisionar e efetuar as transações utilizando contratos programáveis, os smart contracts. Qualquer pessoa consegue criar tais aplicações, sem necessidade de intermediários ou autorização de terceiros.

O que são Smart contracts?

Outra brilhante solução desenvolvida pela Ethereum foram os programas registrados no blockchain, os smart contracts. Essa rede mundial de computadores rodando o software Ethereum de forma independente consegue executar rotinas sem necessidade de intervenção humana.

Como funcionam os Smart Contracts?

Mercados de finanças digitais (DeFi)

DeFi é uma abreviação de finanças descentralizadas, as aplicações que simulam transações de bancos e corretoras, porém funcionando sem um coordenador central. Dentre os serviços oferecidos estão os empréstimos colateralizados, trocas entre ativos digitais, finanças e seguros, ativos sintéticos, entre outros.

Tokens não-fungíveis (NFT)

NFT, ou token não-fungível, é um ativo digital único, ou seja, que não pode ser substituído por outro similar sem perda de valor. Pode conter um arquivo, link, imagem digitalizada, ou texto — seu valor está na rastreabilidade. Salvar esse arquivo, texto ou imagem em seu computador não tira valor do item original, que permanece seguro no blockchain.

O que é staking de Ethereum?

Staking é o depósito remunerado nas criptomoedas, uma forma de renda passiva. No caso da Ethereum, a segunda maior moeda virtual, o rendimento é pago pelo próprio sistema, de forma segura e automática.

Além de conferir um bom retorno para o investidor, o staking é um incentivo para a validação e registro das transações. Isso porque as moedas paradas ficam de garantia pela honestidade dos validadores.

Por que fazer staking no MB?

O processo é simples e seguro, trazendo uma estratégia para você aumentar seu patrimônio em criptomoedas, com ganhos de até 4%* ao ano em Ethereum (ETH) — uma estimativa que não caracteriza garantia de ganho, pois a recompensa pode variar conforme o volume de transações da rede e número de validadores ativos.

Na modalidade de renda passiva com staking de Ethereum, o MB faz todo o trabalho a partir de R$ 10 de depósito mínimo, e as recompensas são creditadas diariamente na sua conta do MB. Isso mesmo, você gera uma renda passiva em poucos passos e sem necessidade de conhecimento técnico.

O que são forks do Ethereum?

Um “fork”, ou bifurcação, introduz alguma regra ou funcionalidade nova no software, o código-fonte responsável por manter as regras de uso. 

  • Se a mudança for totalmente compatível com as versões anteriores, é considerado um “soft fork”, sem impacto na negociação.
  • Quando uma atualização torna a nova versão incompatível com as anteriores, temos um “hard fork”, criando uma nova criptomoeda.

Quais as próximas atualizações do Ethereum?

Após a conclusão das atualizações Shanghai e Capella, conhecidas como “Shapella” Fork, o foco dos desenvolvedores da Ethereum será o sharding, a capacidade de processamento paralelo da rede. A mudança irá reduzir os custos operacionais e possibilitar o uso por aplicações que demandam maior capacidade de processamento.

Os próximos passos incluem:

  • “The Surge”, voltada para resolver o problema de escalabilidade da rede da Ethereum. 
  • “The Verge”, que deve mudar a forma com que novos dados são armazenados à cadeia blockchain existente, aumentando a capacidade de processamento.
  • “The Purge e  The Splurge”, focam em eliminar a necessidade de armazenar o conjunto completo de dados históricos e assegurar que futuras melhorias sejam compatíveis.
Roadmap das próximas atualizações da Ethereum

Saiba mais sobre as atualizações da Ethereum na página oficial da rede.

Ethereum é seguro?

Do ponto de vista tecnológico, Ethereum é extremamente seguro, pois uma rede composta por milhares de usuários processa e valida as transações e registro de forma independente.

Investir em Ethereum pode ser considerado um investimento de risco quando o assunto é cotação, porém é seguro ao permitir que o usuário armazene suas moedas e audite saldos sem depender de terceiros.

  • As regras de emissão e circulação são verificáveis pelos próprios usuários, e nenhuma entidade consegue reverter ou modificar registros.
  • A criptografia é a mesma utilizada por grandes instituições financeiras, agências dos governos, e empresas de tecnologia.
  • O sistema funciona sem depender de empresas, governos, ou datacenters — ou seja, é totalmente distribuído.

Você provavelmente escutou histórias de invasões nas corretoras digitais (exchanges) ou aplicações descentralizadas que sofreram perdas milionárias. O uso incorreto de sistemas desenvolvidos na infraestrutura do Ethereum não significa uma falha na rede. 

Seus sete anos de histórico de funcionamento e aplicações descentralizadas com bilhões de dólares depositados provam que esse sistema é sólido. No entanto, isso não torna Ethereum um investimento previsível ou de baixo risco.

Por esse motivo, é essencial aprender a guardar moedas com segurança, e jamais investir em empresas de intermediação sem o devido registro, especialmente aquelas com sede fora do Brasil.

Qual a diferença do Ethereum para o Bitcoin?

Tanto o Bitcoin quanto o Ethereum são criptomoedas que podem ser utilizadas para pagamentos, fracionados em pequenas quantidades, e funcionam sem depender de bancos, governos ou data centers de empresas de tecnologia.

Entretanto, as similaridades param por aí, conforme ilustra a tabela abaixo:

Bitcoin (BTC)Ethereum (ETH)
LançamentoJaneiro de 2009Julho de 2015
MentorSatoshi Nakamoto (anônimo)Vitalik Buterin (+7)
Intervalo médio entre cada bloco no blockchain10 minutos12 segundos
Quantidade de moedas em circulação — mar/202319,33 milhões120,45 milhões
Sistema de validação de transaçõesMineração computacional, “Prova de Trabalho”Sorteio entre depositantes, “Prova de Participação”
Política monetária desde sua criaçãoSólida. Redução programada na emissão a cada 4 anos (halving).Flexível, em busca de maior capacidade operacional.

Investimento em Ethereum vale a pena?

Vale a pena investir em Ethereum por ser a principal plataforma para aplicações descentralizadas, que garantem uma demanda da moeda ETH para uso dessa rede.

  • Ethereum continuará mantendo seu ecossistema de forma complementar ao Bitcoin, sem a intenção de firmar-se apenas como uma moeda.
  • Cada uma das centenas de aplicações construídas nessa rede contribui para a solidificação da moeda digital ETH.

Não é possível fazer previsões de longo prazo para o Ethereum, pois a criptomoeda está enfrentando um longo e denso período de transição para uma nova versão, buscando maior capacidade de transações com custos mais baixos.

Qual o potencial de crescimento da Ethereum?

Ethereum conta com 4.000 desenvolvedores ativos em seu ecossistema, superando os 680 da moeda digital líder em valor de mercado, o Bitcoin. No seu curto espaço de vida, as aplicações descentralizadas na rede Ethereum já superaram 28 bilhões de dólares em valor depositado (TVL).

Com as mais variadas aplicações, Ethereum tem se consolidado como uma rede mundial para processamento de transações digitais. Entretanto, cada participante do mercado enxerga uma utilidade para a criptomoeda, portanto, diferentes valores podem ser atribuídos.

Como investir em Ethereum no Brasil?

O Ethereum funciona sem uma entidade central, portanto pode ser negociado livremente entre os usuários. O problema das transações diretas (p2p) é o risco de coordenar o envio do ETH e pagamento dos valores.

Para comprar Ethereum de forma segura, recomendamos o uso das corretoras de criptomoedas, conhecidas como exchanges. O MB atua profissionalmente neste segmento desde 2013, sendo a líder em número de clientes na América Latina.

Se você já abriu sua conta no MB, o processo é simples e rápido:

  1. Efetue uma transferência (TED ou PIX) para a conta bancária do MB; para receber as instruções, basta clicar em “Depositar” no site ou aplicativo.
  2. Após ter seu depósito validado, selecione a criptomoeda “Ethereum” na barra lateral esquerda.
  3. Clique em “Comprar e Vender” e defina qual o valor a ser utilizado na compra.
  4. Para finalizar, clique no botão “Comprar Agora” e confirme a negociação.

Como transferir Ethereum para uma carteira?

O primeiro passo para transferir Ethereum para uma carteira (wallet) é descobrir o endereço de destino, formado por um conjunto longo de letras e números, iniciado por “0x”.

  1. Em seu aplicativo ou dispositivo de carteira digital, selecione a moeda Ethereum e clique em “Receive” para exibir seu endereço eletrônico.
  2. Acesse sua conta do Mercado Bitcoin; se ainda não fez seu cadastro VIP, aproveite para fazer o envio dos documentos e vídeo-selfie.
  3. Escolha a moeda Ethereum e clique em “enviar”, aceitando a declaração de orientações.
  4. Cole o endereço Ethereum informado por sua carteira (wallet) no campo de destino, tomando o cuidado para verificar se os dados conferem.
  5. Informe o valor a ser enviado, e clique em “confirmar envio”. Pronto!

Por que negociar e guardar Ethereum no MB?

O MB é confiável, pois possui histórico de funcionamento de 10 anos sem intercorrências ou vazamentos de dados. Além disso, fazemos segregação patrimonial, ou seja, os ativos dos nossos clientes são separados dos nossos ativos corporativos.

Ao trabalhar de maneira transparente e regulada, atuando junto à ABCripto, a associação que representa o setor, o Mercado Bitcoin (MB) segue as normas locais de proteção aos valores e dados sigilosos dos investidores. 

Antes de comprar ou vender Ethereum, verifique se a corretora está cadastrada junto aos reguladores locais, ou se é dependente de um intermediário de pagamento local.

Como guardar Ethereum com segurança?

Para guardar e movimentar Ethereum é preciso uma carteira de criptomoedas (wallet). Assim como os aplicativos de banco, você encontra seu endereço para receber moedas, consultar saldos, e realizar envios.

A carteira digital administra as senhas de acesso dos endereços eletrônicos que guardam criptomoedas, podendo existir em um dispositivo físico, ou em aplicativos para PC e smartphones.

Embora algumas carteiras de Ethereum armazenem diferentes moedas, é importante ressaltar que estes endereços não são compatíveis com o Bitcoin, e vice-versa.

Cold wallets, ou “carteiras frias”

São dispositivos físicos que não possuem acesso à internet. Podem existir na forma de pen-drives, cartões digitais, ou dispositivos similares aos smartphones. Sua principal vantagem é esta barreira contra hackers, por não estarem online. O ponto fraco é a necessidade de conexão com outro dispositivo ou computador para efetivamente realizar as transações.

Hot wallets, ou “carteiras quentes”

As “carteiras quentes” são conectadas diretamente à internet, e prezam pela praticidade. São tipicamente aplicativos para smartphone ou PC, portanto ideais para quem precisa de agilidade ou movimentar quantias menores. De qualquer forma, estão mais sujeitas aos ataques cibernéticos, portanto são menos seguras que as “carteiras frias”.

Armazenando Ethereum na exchange

Ao optar por deixar suas moedas na corretora (exchange), o usuário abre mão do acesso direito ao criptoativo, porém ganha em agilidade na hora de negociar. Para evitar surpresas negativas, é essencial escolher uma empresa confiável, devidamente registrada no país, e sem registro de hacks. 

Dicas de segurança para guardar Ethereum

Vamos deixar aqui boas práticas caso você opte por armazenar Ethereum por conta própria.

  • Jamais informe suas chaves privadas e senhas de acesso, e nunca as salve na nuvem (cloud), mesmo em modo de fotografia ou em e-mails.
  • Preste muita atenção no envio de QR codes para terceiros, pois estes podem conter dados sigilosos.
  • Faça uma cópia de segurança da sua chave privada em formato analógico — o padrão de segurança é usar uma placa de metal, conhecida como metal wallet.

Como se proteger dos golpes de Ethereum?

Os golpes de Ethereum mais comuns envolvem o phishing, os contatos em redes sociais e sites que clonam contas de empresas conhecidas. Usualmente direcionam para sites falsos, ou solicitam códigos para resetar as senhas em aplicativos e lojas.

  • Preste muita atenção ao receber links e códigos por SMS, e jamais informe seus tokens de segurança ou códigos recebidos no telefone.
  • É comum encontrar vídeos e lives no Youtube com mais de mil espectadores redirecionando para sites maliciosos.
  • Na dúvida, faça tudo com calma, e entre em contato com a empresa em questão através do e-mail ou atendimento indicado no site oficial.

Agora que você entendeu como esse ativo funciona, quando você for comprar cripto, compra com pix.

Com o MB você investe em criptomoedas sem sair do app do seu banco. É muito mais praticidade para sua vida financeira. Veja como é simples:

  1. Se você ainda não tem, abra sua conta no MB
  2. No app do seu banco, vá em “Pix” para fazer uma transferência e use a chave CNPJ do MB: 11.351.086/0001-13
  3. Adicione o valor (R$) que você deseja investir e, na descrição do pix, escreva o nome da criptomoeda ou sigla do ativo (exemplo: “ethereum” ou “ETH”)
  4. Pronto!

Comece a negociar a maior e mais popular criptomoeda do mundo no MB a partir de R$ 1.

https://www.mercadobitcoin.com.br/economia-digital/guia/ethereum/
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Redação

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