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Cardano - ADA
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Solana - SOL
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Bitcoin - BTC
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XRP - XRP
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Shiba Inu - SHIB
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ApeCoin - APE
R$ 4,23 1.94%
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MANA (Decentraland) - MANA
R$ 1,97 4.94%
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Ethereum - ETH
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Redação Redação
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Quando escutamos sobre o blockchain, o banco de dados descentralizado das criptomoedas, poucos se perguntam como as regras de uso são asseguradas. Por exemplo, o que impede alguma entidade maliciosa de incluir transações inválidas? 

Afinal, em última instância, o blockchain é apenas um sistema de registro compartilhado, sem poderes para tomar decisões quando recebe ordens conflitantes. 

Existem basicamente duas vertentes para resolver essa questão: a Prova de Trabalho da mineração, e a Prova de Participação, ou proof-of-stake. Quer aprender quais as diferenças, e como se compara o proof-of-work da mineração com a validação utilizando staking? Confira abaixo!

O que garante as transações no blockchain?

A validação das transações realizada de forma independente por diversos participantes traz segurança ao sistema descentralizado das criptomoedas. Esse banco de dados compartilhado numa rede mundial de computadores, o blockchain, é incapaz de arbitrar conflitos ou analisar quais transações são válidas.

Em linhas gerais, esse processo pode ser realizado de duas maneiras, detalhadas abaixo.

O que é Proof-of-Work (PoW), ou Prova de Trabalho?

Proof-of-Work é o processo de mineração digital, a competição para encontrar a resposta de um problema matemático complexo. O processo da Prova de Trabalho assegura que uma informação foi criada seguindo uma especificação desejada.

  • A equação matemática é tão complexa que a única maneira de encontrar a solução é na base da tentativa e erro, portanto, uma espécie de loteria.
  • Este processo foi desenvolvido para tirar o incentivo de fraudes, pois ao ter sua transação recusada, esta entidade gastou tempo e energia sem obter retorno.
  • Os demais usuários conseguem verificar de forma simples e sem custo se o código verificador (hash) proposto condiz com a sequência de dados existente.

Para que serve a mineração?

Graças aos mineradores da Prova de Trabalho, uma transação pode ser verificada e incluída no livro-registro. Isso é parte do que torna as criptomoedas especiais, trazendo agilidade, transparência, e autonomia para os usuários.

  • A mineração insere novos Bitcoins no mercado de forma justa e previsível, permitindo a todos participar do processo.
  • O primeiro minerador a divulgar a resposta correta recebe uma recompensa de 6,25 Bitcoins, além das taxas de transações dos usuários. 
  • Quanto maior o número de confirmações de mineradores, mais segura fica a transação. Funciona como camadas adicionais de proteção.
  • Se a atividade de mineração demandar pouco trabalho, uma única entidade poderia controlar a rede e agir de forma maliciosa.

O que é preciso para minerar criptomoedas?

  • Equipamento adequado: o mercado se profissionalizou, exigindo máquinas específicas, denominadas ASICs. São dispositivos com alto rendimento e eficiência.
  • Energia elétrica: Encontre um local com tarifa de energia industrial baixa. Idealmente, utilize fontes com baixa oscilação na produção, evitando assim ficar dias ou semanas sem energia.
  • Conexão estável: embora não seja necessária uma internet extremamente rápida, é importante ter estabilidade na conexão. Se possível, utilize uma rede de backup.
  • Software: existem diversos fornecedores de aplicativos para mineração, incluindo versões para PC, Mac, e servidores Unix. No entanto, nada impede o uso de apps para celular ou outros dispositivos.

Que moedas utilizam a Prova de Trabalho?

Dentre as moedas mais conhecidas que utilizam o esforço da mineração computacional, estão o Bitcoin (BTC), Litecoin (LTC), Bitcoin Cash (BCH), Dogecoin (DOGE), DASH, ZCash (ZEC), e Ravencoin (RVN).

Cabe ressaltar que existem diferentes algoritmos, portanto o equipamento utilizado para minerar Bitcoin deve ser obrigatoriamente compatível com o protocolo SHA-256. Já a Litecoin, por exemplo, utiliza o algoritmo Scrypt, que demanda outra forma de processar dados.

O que é Proof-of-Stake (PoS), ou Prova de Participação?

No modelo de Prova de Participação, os usuários são convidados a deixar como garantia parte de suas moedas para participar da validação de transações. Existem variações desse mecanismo, porém o objetivo é reduzir sensivelmente o gasto energético da mineração, usando o depósito de garantia para tirar o incentivo de fraudes.

Embora não conte com o processo da mineração, o Proof-of-Stake permite que moedas previamente destacadas para essa finalidade sejam entregues como premiação aos validadores. Alguns projetos adicionam as taxas de transação à remuneração dos participantes na Prova de Participação.

Para que serve a validação através do staking?

Staking é a remuneração do depósito de garantia do Proof-of-Stake. É justamente a validação das transações amparada pelo staking que traz a segurança a esse sistema descentralizado. 

A Prova de Participação permite que qualquer participante se candidate para apoiar o processo de validação. Em troca, existe o incentivo econômico do pagamento pelo serviço, uma renda passiva paga no próprio ativo digital dessa rede.

Como fazer staking de criptomoedas?

Abaixo listamos as diferentes formas de fazer staking na Prova de Participação, que apresentam benefícios e riscos específicos.

Hospedando seu próprio validador

Embora não seja necessário investir em um equipamento pesado, é necessário um servidor conectado à internet e software para analisar os pedidos de registro, efetivamente aceitando ou registrando transações.

Participando de consórcios

Nesse modelo, os custos e responsabilidade são divididos entre um grupo de usuários interessados em manter um validador. As aplicações Lido Finance e Rocket Pool são exemplos bastante utilizados, porém, exigem certo conhecimento técnico para uso.

Através de terceiros

Este modelo de staking é recomendado para quem não dispõe de conhecimento técnico ou tempo. Ao entregar suas criptomoedas para um terceiro, toda a parte técnica e operacional fica a critério desta empresa. O Mercado Bitcoin (MB) inovou ao oferecer o staking de Ethereum no Brasil de forma simples e prática.

Que moedas utilizam a Prova de Participação?

Atualmente a líder absoluta no modelo de Proof-of-Stake é a criptomoeda Ethereum (ETH), tendo migrado para esse mecanismo somente em setembro de 2022. Outros projetos renomados já adotavam a Prova de Participação, incluindo Cardano (ADA), Solana (SOL), Polygon (MATIC), e Avalanche (AVAX).

Entretanto, existem diferentes formas de aplicar o Proof-of-Stake, que permitem inclusive o usuário nomear outra entidade para administrar a infraestrutura necessária. Outros modelos mais complexos envolvem as cooperativas (pools) de staking, onde todo o processo, incluindo custos e riscos, é compartilhado entre os depositantes.

Análise comparativa entre Proof-of-Work e Proof-of-Stake

Cada criptomoeda vai escolher a maneira de validar as transações mais adequadas para suas necessidades de tempo de confirmação e nível de segurança desejado. Não existe um melhor ou pior, pois ambas trazem benefícios e contratempos.

Abaixo vamos listar alguns dos critérios mais analisados ao buscar diferenças nas implementações de Prova de Trabalho da mineração e a Prova de Participação do staking.

Velocidade de processamento

O Bitcoin é sem dúvidas a moeda digital mais segura, com milhões de máquinas validando transações. Em contrapartida, esse mecanismo não fornece a velocidade de processamento necessário para algumas funções, incluindo finanças descentralizadas (DeFi), jogos usando blockchain, e aplicações de metaverso.

Em resumo, a velocidade de processamento da Prova de Participação é infinitamente maior. O usuário deve verificar se as entidades que participam do processo de validação são efetivamente independentes, evitando assim o controle por um pequeno grupo.

Segurança

O elevado consumo de energia e investimento em equipamento necessário para minerar criptomoedas na Prova de Trabalho torna esta a opção mais segura, além de contar com um histórico de 15 anos de funcionamento. De fato, tanto a Prova de Trabalho da mineração, quanto a Prova de Participação do staking estão sujeitas a conluios e tentativas de fraude.

Nesse sentido, temos um empate técnico, pois o que realmente traz segurança às redes descentralizadas é a comunidade de usuários que executa o software por conta própria, assegurando que os validadores efetivamente cumpram as regras propostas.

Descentralização

Quando o assunto é criptomoedas, a questão de impedir que transações sejam revertidas ou que determinados usuários sejam banidos é crucial para assegurar o funcionamento sem um controlador central. 

Em suma, a descentralização do blockchain é reflexo da rede contar com um grande número de validadores independentes, dando oportunidade para todos participarem do processo. Essa questão afeta igualmente o mecanismo da Prova de Trabalho e a validação no Proof-of-Stake.

Eficiência energética

O Proof-of-Stake elimina a necessidade de um alto gasto energético para garantir a segurança das transações no blockchain. O que traz segurança ao sistema é o depósito de garantia dos participantes, conhecido como staking.

Já o Proof of Work da mineração exige alto poder computacional e energia para validação das transações. É complicado julgar se o gasto é justificável, pois o mecanismo traz segurança para redes com trilhões em valor de mercado.

De qualquer forma, a eficiência energética da Prova de Participação é muito superior.

Sustentabilidade

Tanto a Prova de Participação do staking, quanto a mineração através da Prova de Participação são extremamente sustentáveis. A emissão de carbono anual na mineração do Bitcoin é de 41 metros cúbicos de CO2. Em comparação, a indústria do ouro produz 3 vezes mais gás carbônico, isso sem contar nos resíduos tóxicos e devastação da natureza.

Cabe lembrar que para que o sistema financeiro tradicional funcione, são necessários seguranças armados, cofres, escritórios, data centers, transporte de funcionários, entre outros fatores que totalizam uma emissão anual de 130 metros cúbicos de CO2.

Fonte: Messari

Perspectivas para o futuro da mineração de criptomoedas

Uma das tendências para a mineração de criptomoedas é o aumento do uso de fontes renováveis na geração de energia. Além da geração mais comum de hidrelétricas, solares, e eólicas, que podem ser facilmente aproveitadas para qualquer outro setor, o mecanismo de Prova de Trabalho se destaca pela portabilidade do equipamento.

Desse modo, ao invés de queimar o excesso de gás, um subproduto da perfuração de petróleo conhecido como queima, as exploradoras estão comercializando este metano para uso em mineradoras de Bitcoin. Uma das gigantes mundiais, ConocoPhilipps, opera dessa maneira na Dakota do Norte.

Um modelo similar foi implementado na estatal de energia da Argentina, a YPF Luz. Em resumo, o modelo deixa de jogar um gás residual tóxico na atmosfera. Sem dúvidas a mineração do Proof-of-Work mostra potencial para se tornar completamente verde nos próximos anos.

Como fazer staking de forma simples e segura?

Na modalidade de renda passiva com staking de Ethereum, o MB faz todo o trabalho a partir de R$ 10 de depósito mínimo. O melhor de tudo? As recompensas são creditadas diariamente na sua conta do MB. O primeiro passo é ter criptomoedas Ethereum (ETH) disponíveis em sua conta no Mercado Bitcoin.

Siga os seguintes passos no aplicativo MB para Android e Iphone:

  1. Selecione a operação “staking” no menu inicial.
  2. Defina a quantidade em moedas ETH, dentro do disponível em sua conta.
  3. Clique no botão “confirmar staking” para prosseguir com a operação. 

O processo através de nosso site é bem semelhante. Você encontra a função “staking” na barra lateral esquerda, abaixo de “Negociação expressa” e “Ver Extrato”.

Abra a sua conta e comece a fazer staking de ETH hoje mesmo, participando assim do processo de validação de transações do Proof-of-Stake.

https://www.mercadobitcoin.com.br/economia-digital/criptomoedas/proof-of-work-vs-proof-of-stake/
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Redação

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