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Redação Redação
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É comum para os iniciantes acreditarem que alocar em ativos com maior perspectiva de retorno é sempre a melhor estratégia. No entanto, diversificar a carteira de investimento ao alocar em diferentes ativos reduz os riscos e aumenta o potencial de lucro.

Independente do horizonte, os benefícios de uma carteira de investimentos diversificada superam o potencial de ganho de um único ativo. Por esse motivo, para maximizar os ganhos é crucial aprender a relação entre risco, retorno e liquidez, evitando assim surpresas negativas.

O que é diversificar a carteira de investimentos?

Diversificar a carteira de investimentos é uma estratégia que envolve a distribuição do seu capital em diferentes classes de ativos. Isso significa evitar a concentração de recursos em determinado investimento, eliminando a exposição a um único vetor de alta ou queda.

A ideia por trás da carteira diversificada é reduzir o risco, uma vez que ativos diferentes reagem de maneira distinta a eventos de mercado. Dessa forma, se um ativo tiver um desempenho abaixo do esperado, os ganhos em outros investimentos podem compensar as perdas.

Independente do seu objetivo financeiro, a estratégia da diversificação é focada na capacidade de sobreviver a choques e eventuais perdas, ao invés de tentar acertar um único ativo.

Por que é importante ter uma carteira de investimentos diversificada?

Ter uma carteira de investimentos diversificada é crucial para mitigar riscos e potencializar ganhos. A diversificação ajuda a reduzir a exposição a um único ativo ou classe de investimentos. Isso minimiza a volatilidade e o impacto de perdas em caso de quedas em um setor específico, preservando o patrimônio.

Uma carteira diversificada também permite a adaptação a diferentes cenários econômicos, garantindo que seus investimentos estejam preparados para lidar com mudanças nas condições de mercado.

Além disso, uma carteira diversificada oferece a oportunidade de aproveitar oportunidades em diferentes mercados, maximizando o potencial de retorno global e protegendo contra eventos imprevisíveis que podem afetar um setor específico.

Preciso fazer aportes regulares para diversificar a carteira?

Quando não há previsibilidade de novos aportes, diversificar a carteira de investimentos requer uma abordagem cuidadosa. Aportes regulares são ideais para absorver o risco da renda variável, mas isso não deve impedir que pessoas com aversão ao risco explorem a Renda Variável.

O primeiro passo é priorizar a construção de uma reserva de emergência. Essa reserva deve ser focada em liquidez, em vez de retorno. Ela deve ser suficiente para cobrir ao menos 6 meses do custo de vida sem a necessidade de resgatar investimentos de maior prazo. 

Com essa reserva de emergência estabelecida, o investidor ganha a liberdade de explorar outras classes de ativos, mesmo que elas tenham menor liquidez. Essa estratégia ajuda a manter o foco na diversificação sem a preocupação imediata de gastos inesperados.

Como funciona o tripé risco, retorno e liquidez?

O tripé risco, rentabilidade e liquidez é uma estrutura essencial para entender como funciona o gerenciamento de risco da carteira de investimentos. Cada um desses elementos desempenha um papel crucial na tomada de decisões de investimento.

Risco da carteira

Risco refere-se à probabilidade de perdas financeiras em um investimento. Ao diversificar, você busca reduzir o risco, distribuindo seu dinheiro em diferentes ativos que não estão correlacionados, de modo que um mau desempenho em um ativo não afete significativamente todo o portfólio.

Rentabilidade

Rentabilidade é a recompensa financeira potencial que você pode obter de seus investimentos. A diversificação visa equilibrar o risco e o retorno, de modo que, embora possa haver ativos com retornos mais baixos, outros podem ter retornos mais elevados, resultando em um desempenho geral sólido.

Liquidez

Liquidez diz respeito à facilidade com que você pode converter um ativo em dinheiro sem perda significativa de valor. A diversificação também considera a liquidez, garantindo que parte de seus investimentos permaneça acessível para atender às necessidades financeiras imediatas.

O risco da carteira deve ser eliminado?

Esse é um mito que permeia a análise de muitos investidores, mas a realidade é que um risco controlado é saudável tendo em vista um potencial de lucro maior. Ademais, no campo de investimentos, por mais seguro que ele pareça, sempre vai existir algum risco envolvido.

Deve-se tomar cuidado ao definir o apetite de risco da carteira, pois ao incluir ativos com muita volatilidade, você pode se assustar com as baixas e vender os ativos em um momento inadequado. Na ponta oposta, uma carteira muito previsível tende a apresentar rendimentos aquém do esperado e você pode acabar frustrado com os resultados.

Como montar uma carteira de investimentos diversificada?

Montar uma carteira de investimentos diversificada é um processo altamente personalizado que depende de fatores individuais, que não podem ser replicados simplesmente seguindo as estratégias de investidores bem-sucedidos ou dicas de profissionais. 

Isso ocorre, pois cada investidor tem um perfil único, com diferentes horizontes de investimento, tolerâncias ao risco, capacidade de aportar novos recursos e necessidades de resgate antecipado. Desse modo, é recomendável seguir alguns passos básicos para elaborar uma carteira diversificada.

Análise do perfil do investidor

Antes de montar uma carteira diversificada, é fundamental realizar uma análise minuciosa do perfil do investidor. Isso inclui avaliar o apetite ao risco, a capacidade financeira, e o próprio conhecimento dos diferentes instrumentos de investimento. Essa etapa ajuda a determinar quais ativos e estratégias são mais adequados para elaborar uma carteira diversificada.

Definição de objetivos e prazos

É importante estabelecer objetivos de investimento claros, incluindo o prazo em que se pretende alcançá-los. Além disso, considere a possibilidade de realizar novos aportes ao longo do tempo e a necessidade de resgates antecipados, se for o caso. Essas metas ajudarão a moldar a composição da carteira.

Limitar a alocação em ativos de risco

Para uma carteira de investimentos diversificada, é essencial definir limites para a exposição total à renda variável e para ativos de maior volatilidade, como ações de empresas e criptomoedas. Isso ajuda a controlar o risco de forma que esteja alinhado com o perfil do investidor e seus objetivos.

Traçar a estratégia de alocação

Determine como você irá alocar seu capital entre diferentes classes de ativos, como ações, títulos, imóveis e outros. Isso pode envolver compras regulares ao longo do tempo, de maneira periódica, ou começar com uma alocação inicial definida. A estratégia de alocação deve ser ajustada segundo as metas e os prazos estabelecidos anteriormente.

Como acompanhar e gerenciar sua carteira de investimentos?

Acompanhar e gerenciar sua carteira de investimentos é tão importante quanto acertar a alocação adequada. Após a efetiva compra dos ativos, é necessário um cuidado contínuo para garantir que ela esteja alinhada com seus objetivos e tolerância ao risco em constante mudança.

Monitorar o desempenho

Acompanhe o desempenho de cada ativo em sua carteira de maneira regular. Verifique se a alocação percentual de cada classe de ativos está de acordo com sua estratégia original. Caso alguma classe de ativos tenha se desviado significativamente de sua alocação planejada, é preciso rebalancear a carteira.

Fazer eventuais mudanças periódicas

As preferências pessoais e o cenário econômico podem mudar com o tempo. Reavalie de forma periódica seus objetivos financeiros e o risco-retorno de cada investimento. Se necessário, ajuste a estratégia de investimento e a alocação de ativos para refletir essas mudanças.

Como lidar com a necessidade de caixa

Para evitar dores de cabeça em caso de necessidade de resgates ou situações de urgência financeira, é recomendável manter uma reserva de emergência. Evite resgatar investimentos em momentos desfavoráveis do mercado. Além disso, mantenha uma parte da carteira em ativos líquidos, como fundos de curto prazo. 

Que ativos devem compor uma carteira diversificada?

Montar uma carteira diversificada requer a seleção criteriosa de diversos tipos de ativos para equilibrar o risco e o retorno.

Ativos de Renda Fixa mais rentáveis

Incluir na carteira ativos de Renda Fixa é uma parte essencial da diversificação. Dentre as opções mais rentáveis estão os Certificados de Depósito Bancário (CDB), Tesouro Direto, e Letras de Crédito do Agronegócio e Imobiliário (LCA e LCI). Além disso, para obter retornos mais elevados, investidores podem considerar títulos privados, como tokens de consórcio e recebíveis do Mercado Bitcoin (MB).

Ativos de Renda Variável com maior potencial

Na Renda Variável, além de ações e fundos imobiliários, existem opções como moedas estrangeiras, commodities (soja, boi gordo, ouro), e criptomoedas. Esses investimentos, embora não contem previsibilidade de renda, oferecem diversificação e potencial de retorno. É justamente essa incerteza e volatilidade nas cotações que permitem um ganho maior, especialmente para investidores com objetivos mais longos e capacidade de realizar novos aportes.

Investindo em dólar ou moeda forte

Investir em moeda forte, como o dólar, é uma forma de proteger o patrimônio em cenários de volatilidade econômica. Uma maneira acessível e conveniente é através do “dólar digital”, as stablecoins atreladas ao dólar. De maneira similar, é possível obter exposição em dólar ao investir em ações de empresas estrangeiras, contribuindo para diversificar a carteira.

Definindo a alocação em cada classe de ativos

Uma estratégia interessante é ter mais de uma carteira, cada uma voltada para um horizonte e objetivo distinto. No curto prazo, a ênfase pode estar na estabilidade, enquanto no longo prazo, há mais espaço para investimentos de maior risco, uma vez que as flutuações de preço no curto prazo têm menos impacto. Em resumo, personalize sua carteira diversificada de acordo com suas necessidades e objetivos individuais.

Análise da carência e liquidez

A carência e liquidez são um aspecto crítico a ser considerado ao construir uma carteira de investimentos, pois nem todos os investimentos, mesmo aqueles classificados como ativos de Renda Fixa, oferecem o mesmo nível de conversibilidade em dinheiro.

Primeiramente, alguns ativos possuem prazo de carência, ou seja, não podem ser resgatados ou vendidos antes do vencimento contratado. Isso limita a disponibilidade de caixa imediata. Outro cenário envolve ativos que não possuem liquidez no mercado secundário, a livre negociação entre interessados de títulos em circulação. 

Ativos digitais, como os tokens de Renda Fixa Digital do MB, podem ser negociados 24 horas em seus respectivos mercados secundários, embora seu preço varie conforme a oferta e demanda dos interessados.

Como deve ser feito o rebalanceamento da carteira?

Reequilibrar uma carteira de investimentos é uma prática crucial para manter a alocação de ativos alinhada com seus objetivos financeiros e perfil de risco. No entanto, é importante fazê-lo de forma cuidadosa e estratégica. 

A primeira regra a lembrar é que a única certeza de vender ativos que caíram é o prejuízo, portanto, o rebalanceamento não deve ser feito simplesmente porque um ativo teve um desempenho ruim a curto prazo.

As mudanças na alocação entre renda fixa e ativos de risco devem ser estratégicas e menos regulares, baseadas em mudanças nas perspectivas econômicas, taxas de juros e outros fatores macroeconômicos. 

É possível incorrer em prejuízos na Renda Fixa?

Sim, os investimentos de Renda Fixa podem trazer perdas quando vendidos antes de seu vencimento. Podemos citar o exemplo da crise no início de 2020, quando o mercado financeiro demonstrou pânico generalizado após a interrupção das atividades de alguns setores.

Ao se deparar com as incertezas e com medo de perder dinheiro, muitos investidores correram para se desfazer dos seus investimentos, incluindo títulos de Renda Fixa.

Essa busca por liquidez faz com que as vendas no mercado secundário aconteçam abaixo do valor justo, o que não é comum, mas ocorre em momentos de grande incerteza. Outro fator que influencia este movimento é o “efeito manada”, trazendo uma aversão exagerada ao risco.

O que são fundos multimercados, e como escolher?

O Brasil conta com excelentes gestores nos fundos de investimento que estudam cenários macroeconômicos e se preparam para eventuais momentos de instabilidade, vislumbrando como capturar oportunidades.

Dentre essa classe de ativos estão os multimercados, fundos que podem alocar em vários setores, inclusive no exterior. Embora ofereçam alto potencial de retorno e excelente histórico, estes fundos nem sempre estão disponíveis para o pequeno investidor.

Para resolver essa questão e inclusive permitir uma alocação dinâmica existem os Fundos de Fundos (FoF), que oferecem ao investidor pessoa física acesso a fundos com captação atualmente fechada ou que exigem uma alocação inicial mais elevada.

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https://www.mercadobitcoin.com.br/economia-digital/investimentos/carteira-de-investimentos/
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