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Redação Redação
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Várias startups alcançaram o sucesso começando pequenas, muitas vezes apenas com apoio de amigos e familiares. Essas empresas, ao longo do tempo, valorizaram-se significativamente, proporcionando retornos muito superiores aos investimentos convencionais.

Investir em startups pode envolver riscos, mas também oferece a oportunidade de apoiar projetos em estágios iniciais e se beneficiar de possíveis valorizações. Essa possibilidade, que antes estava disponível principalmente para gestores profissionais, agora está ao alcance de todos.

Descubra como investir em startups, aprenda maneiras de reduzir os riscos e compreenda as diferenças entre crowdfunding, investidores-anjo e fundos de capital de risco.

O que são Startups?

Startups são empresas em estágio inicial conhecidas por sua abordagem inovadora e potencial de crescimento rápido. O que as diferencia das empresas tradicionais é a busca por soluções disruptivas, frequentemente apoiadas em tecnologia avançada. Essas empresas são construídas com base na ideia de escalabilidade, ou seja, têm o potencial de crescer de maneira exponencial sem um aumento significativo em seus custos.

O caminho de uma startup geralmente começa com uma ideia que oferece uma solução única para um problema específico. Essas empresas são, em geral, mais ágeis e adaptáveis do que organizações mais consolidadas, permitindo-lhes inovar e responder rapidamente às mudanças no mercado. Muitas startups exploram novos mercados ou criam nichos inéditos dentro de mercados já existentes.

Um elemento crucial das startups é a abordagem de risco, devido à maior incerteza operacional e financeira em comparação com empresas tradicionais. No entanto, esse risco é contrabalançado pelo potencial de retorno significativo, uma oportunidade que, até recentemente, estava disponível principalmente para fundos de investimento especializados, capitalistas de risco e investidores-anjo.

Qual o papel das startups na economia global?

As startups desempenham vários papéis importantes na economia global, contribuindo de diversas maneiras.

Inovação tecnológica

Startups frequentemente lideram a inovação, desenvolvendo tecnologias e soluções inovadoras. Sua agilidade possibilita uma adaptação rápida a novas tendências e demandas do mercado, impulsionando assim o progresso tecnológico.

Contra-cíclico

Ao demandar um capital inicial menor, as startups tornam-se mais atrativas durante períodos de crise econômica. Sua natureza empreendedora permite que prosperem mesmo em tempos difíceis, oferecendo soluções alternativas geralmente mais econômicas.

Trabalho remoto

Startups frequentemente adotam modelos de trabalho mais flexíveis, incluindo o trabalho remoto. Essa abordagem possibilita que essas empresas busquem talentos em diferentes partes do mundo, ampliando o acesso a oportunidades para contribuir e crescer profissionalmente.

Formação de pólos tecnológicos

Startups frequentemente impulsionam a formação de ecossistemas tecnológicos, como o “Vale do Silício” na Califórnia, a região de Bangalore na Índia e Tel Aviv em Israel. Essas empresas inovadoras fomentam uma competição saudável e estimulam a procura por profissionais qualificados.

Resposta a desafios sociais

Muitas startups concentram seus esforços em solucionar problemas sociais e ambientais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Elas apresentam soluções inovadoras para questões como mudanças climáticas, financiamento alternativo, saúde e educação.

Qual a relevância das startups na América Latina?

Conforme indicado pelo relatório “Panorama Tech América Latina” da plataforma de inovação Distrito, o número de startups ativas na região atingiu 22.750 em 2023, sendo o Brasil responsável por 63% desse total, seguido por México, Argentina, Colômbia e Chile, que compreendem os outros 30%. O setor recebeu um montante total de U$ 36 bilhões em investimentos desde 2019.

No Brasil, o destaque foi o ano de 2021, quando a captação das startups representou 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Isso significa que as startups estão abrindo portas para investimentos estrangeiros na América Latina. A entrada de dólares, euros e outras moedas mais fortes contribui para a balança comercial do país, fortalecendo a moeda local.

Qual o ciclo de vida de uma startup?

Startups podem surgir de várias maneiras, como a divisão de empresas já estabelecidas ou com apoio financeiro de grandes corporações e governos. Independente de suas origens, o objetivo final é sempre o lucro, e, por isso, os sinais de maturidade nem sempre se manifestam através da negociação de ações na bolsa de valores ou da venda por cifras milionárias.

Financiamento Inicial

Startups geralmente iniciam com o capital dos próprios fundadores, mas buscam rapidamente financiamento externo para expandir. Esse apoio financeiro inicial pode vir de amigos e familiares, investidores-anjo ou programas de incubadoras e aceleradoras. O propósito é validar o modelo de negócios, alcançar metas iniciais e preparar-se para futuras rodadas de financiamento em maior escala.

Rodadas de financiamento

Conforme a startup cresce, pode procurar por rodadas adicionais de financiamento para expandir operações, equipe e marketing. Nesses estágios, investidores de capital de risco muitas vezes se envolvem, contribuindo não apenas com capital, mas também com orientação e oportunidades de networking. Cada rodada reflete um estágio de maturidade e uma valorização crescente da empresa.

Fusões e aquisições

Muitas startups têm como objetivo fusões ou aquisições como parte de sua estratégia de saída ou crescimento. Ser adquirido por uma empresa maior pode proporcionar vantagens substanciais, como acesso a recursos, redes e mercados mais amplos. Para os fundadores e investidores, isso frequentemente resulta em um retorno significativo sobre o investimento.

Oferta Pública Inicial (IPO)

Uma oferta pública inicial (IPO) é outra opção de saída, onde a empresa coloca suas ações à disposição do público em uma bolsa de valores. Isso não apenas pode proporcionar um retorno substancial para investidores e fundadores, mas também levantar capital significativo para a empresa. No entanto, tornar-se uma empresa pública traz novas responsabilidades, incluindo a obrigação de divulgar resultados financeiros e prestar contas aos acionistas.

Distribuição de lucros e permanência privada

De fato, nem todas as startups têm como objetivo saídas públicas ou aquisições. Algumas optam por permanecer privadas, crescendo em um ritmo que possibilita a distribuição de lucros entre sócios e acionistas. Essa abordagem pode proporcionar estabilidade e permitir um controle mais sólido sobre a direção da empresa.

Reinvenção ou fechamento

Startups podem atingir um ponto de reinvenção para se adaptar a novos mercados ou tecnologias. Por outro lado, algumas podem enfrentar desafios para se adaptar ou alcançar a sustentabilidade financeira, o que pode levar ao fechamento ou falência. Isso é uma realidade no ambiente de alto risco das startups, mas também pode representar uma oportunidade para aprender e iniciar novos empreendimentos.

Preparando-se para investir em startups

Antes de decidir em qual startup investir, é crucial dar um passo atrás e compreender sua situação financeira, indo além de uma análise simples do perfil de risco. Isso se deve ao fato de que não há uma previsão exata de quando os investimentos em startups começarão a gerar retornos. Mesmo em casos de sucesso, alguns levaram anos para concretizar negócios e efetivamente proporcionar lucros. Portanto, é recomendável seguir alguns passos antes de iniciar a escolha de uma startup para investir.

Avalie seu perfil de investidor

A tradicional classificação entre conservador, moderado e arrojado pode ser insuficiente para determinar se investir em startups é adequado às suas necessidades. A Bio Financeira do Mercado Bitcoin (MB) oferece uma avaliação completa e gratuita, levando em consideração fatores como seu conhecimento, apetite de risco, previsibilidade de renda e prazo de resgate, proporcionando uma análise mais abrangente.

Defina metas financeiras

Definir objetivos claros ajuda a alinhar os investimentos com necessidades específicas, como aposentadoria ou educação. Essa prática possibilita uma avaliação mais precisa dos prazos e do nível de tolerância ao risco. Além disso, metas bem estabelecidas facilitam a escolha de startups alinhadas aos objetivos, promovendo uma abordagem mais estratégica e disciplinada.

Trace uma estratégia de investimento

Elaborar uma estratégia de investimento é crucial para otimizar retornos e gerenciar riscos ao investir em startups. A decisão entre diluir o investimento em várias empresas ou concentrá-lo em uma única requer uma avaliação cuidadosa dos objetivos e do apetite ao risco. Estratégias faseadas permitem uma adaptação a mudanças no cenário, maximizando assim as oportunidades de crescimento.

Entenda a diferença para o investidor-anjo

Investidores-anjo geralmente participam em estágios iniciais, frequentemente em startups pré-operacionais, enquanto o capitalista de risco (venture capital) busca negócios mais estabelecidos, exigindo clareza e evidências de viabilidade. Embora o investidor-anjo invista quantias menores, sua participação societária e potencial de lucro tendem a ser maiores.

Como escolher uma startup para investir?

Após analisar os riscos, potencial e estratégias de investimento em startups, o próximo passo é efetivamente escolher qual empresa merece seu tempo e recursos. Essa decisão depende de diversos fatores além do potencial de lucro, uma vez que a previsibilidade de retornos em empresas em estágio inicial geralmente é baixa. Nesse sentido, acreditar na equipe e em sua capacidade de execução costumam ser os pontos mais relevantes, conforme indicado pelos capitalistas de risco (venture capital) mais bem-sucedidos.

Triagem das oportunidades de investimento

Ao avaliar uma startup, é recomendado priorizar a validação do problema que ela resolve e o potencial de mercado, incluindo a análise da concorrência. Além disso, é importante examinar a inovação da solução, a tração inicial e o feedback do cliente. Essa abordagem destaca a compreensão do cenário geral antes de aprofundar em detalhes específicos, proporcionando uma base sólida para decisões subsequentes.

Avaliação da equipe e estratégias de crescimento

A avaliação cuidadosa da experiência, habilidades e comprometimento da equipe fundadora é crucial para o sucesso a longo prazo. Além disso, compreender as estratégias de expansão e o posicionamento no mercado proporciona uma visão abrangente. Ao considerar resultados passados e metas futuras, é possível embasar decisões de investimento com critérios mais práticos e tangíveis.

Análise de sustentabilidade e foco no cliente

Examinar a sustentabilidade do negócio e o foco no cliente são elementos cruciais para avaliar uma startup. Investigar a viabilidade a longo prazo, considerando fatores ambientais, sociais e econômicos, oferece insights valiosos. Além disso, a empresa deve priorizar a experiência do cliente e adaptar estratégias quando necessário, garantindo uma abordagem centrada no cliente e orientada para o sucesso a longo prazo.

Modelos de investimento em startups

Nem todo investidor possui o perfil para investir diretamente em startups, e alguns optam por terceirizar essa atividade, geralmente por meio de fundos de investimento em participações, conhecidos como FIPs. Esses instrumentos demandam um gestor devidamente autorizado, além da presença do administrador e do custodiante. Na outra ponta, o investimento direto oferece mais liberdade e possibilita um acompanhamento mais próximo das startups.

Fundos de Investimento em Participações (FIP)

Os FIPs geralmente investem em diversas empresas, proporcionando aos investidores uma carteira mais diversificada de participações. Embora traga mais custos, uma é a gestão dos fundos realizada por profissionais especializados em investimentos, que possuem experiência na avaliação de oportunidades de negócios, gestão de portfólio e estratégias de saída. Em alguns casos, podem existir benefícios e incentivos fiscais, dependendo da legislação local.

Investimento direto em startups

Investir diretamente em startups oferece menos custos e burocracia em comparação com os FIPs, mas também implica em riscos. Essa abordagem permite maior controle na escolha de empresas e acompanhamento direto das empresas. No entanto, cabe ao próprio investidor diversificar sua carteira e analisar os riscos de cada projeto. É aconselhável conduzir diligência rigorosa e contar com intermediários de confiança ao optar por esse modelo de investimento.

Diferenciais do investidor-anjo

O investidor-anjo, comum na fase pré-operacional, mantém um envolvimento próximo aos fundadores, oferecendo orientação estratégica e experiência. Sua participação direta possibilita decisões rápidas e flexibilidade, mas geralmente oferece menos proteções legais, o que pode complicar o processo de saída. Em resumo, cada abordagem possui vantagens e desvantagens em termos de envolvimento, riscos e potencial de retorno.

Quais os tipos de contrato de investimento em startups?

No financiamento de capital de risco (venture capital), contratos como o “Term Sheet” ou “Proposta de Termos” estabelecem as condições preliminares. Investidores-anjo frequentemente utilizam “Contratos de mútuo conversível” ou “Acordo de Participação nos Lucros” para investir em estágios iniciais. O crowdfunding envolve contratos padronizados, muitas vezes baseados em “contratos de mútuo” ou “contratos de participação”.

Gestão e acompanhamento dos investimentos

Após o investimento em startups, a gestão e acompanhamento são cruciais. Isso inclui monitorar o progresso, avaliar o desempenho de forma contínua e estar atento a eventuais ajustes de estratégia. A transparência na comunicação com os fundadores é fundamental para garantir alinhamento e resolver desafios. Da mesma forma, a capacidade da empresa de se adaptar a mudanças é essencial para otimizar o potencial do investimento.

Acompanhamento regular

O acompanhamento regular de startups é crucial para otimizar investimentos. No MB Startups, canais de comunicação trimestrais fornecem relatórios detalhados sobre avanços e desafios de cada empresa investida. Manter essa comunicação regular promove transparência, alinhamento de expectativas e a capacidade de tomar decisões informadas para melhor avaliar o valor de mercado de sua participação.

Esteja aberto para mudanças

Quando uma startup realiza uma mudança fundamental em seu modelo de negócio, isso é comumente referido como “pivotar”. Geralmente, trata-se de uma mudança estratégica no foco da empresa, muitas vezes em resposta ao feedback do mercado, condições externas ou aprendizado adquirido durante o processo de desenvolvimento da startup. O objetivo de um “pivot” é encontrar um modelo de negócio mais viável ou lucrativo.

Casos de sucesso

É relativamente comum encontrar empresas que atingiram um valor de mercado acima de R$ 1 bilhão, mesmo sendo criadas em menos de 10 anos. De fato, a minoria das startups consegue atingir esse patamar, mas esses casos de sucesso destacam a importância de diversificar no setor, ou seja, distribuir seus investimentos em mais de uma startup. Essa é uma facilidade que o MB Startups oferece, possibilitando aportes iniciais de apenas R$ 100.

Olist, uma gigante do e-commerce

A Olist é uma startup brasileira fundada em 2015 que atua no segmento de tecnologia para varejo, facilitando a gestão de lojas para acelerar vendas em marketplaces. Sua solução gerencia a listagem de produtos em canais como Via Varejo, Mercado Livre e B2W, recebendo uma comissão pelas vendas e também pela assinatura de seus clientes.

Em termos de investimento, a Olist recebeu um aporte de R$ 1 bilhão no final de 2021, atingindo o status de “unicórnio”. A rodada de investimento foi liderada pelo fundo americano Wellington Management e contou com a participação de fundos geridos pelo SoftBank, Corton Capital, Valor Capital, Goldman Sachs, Globo Ventures e o investidor Kevin Efrusy.

C6 Bank, a fintech adquirida pelo JPMorgan

O C6 Bank é um banco digital brasileiro criado em 2018 por um grupo de ex-executivos do BTG Pactual. A instituição financeira oferece uma variedade de produtos e serviços, incluindo conta digital, cartão de crédito, câmbio, seguros, empréstimos e investimentos. Essa fintech concentra suas operações online, via aplicativo.

A estratégia de crescimento provou-se vencedora, e no final de 2020, o C6 Bank recebeu um aporte de R$ 1,3 bilhão, avaliando a fintech em R$ 11,3 bilhões. Alguns meses mais tarde, em junho de 2021, o banco norte-americano JPMorgan Chase comprou 40% do C6 Bank, com opção para adquirir a fatia restante, embora o valor do negócio não tenha sido revelado.

Desafios ao investidor em startups

Investir em startups é uma atividade de alto risco e alto retorno. Os investidores-anjo e os capitalistas de risco (venture capital), que frequentemente investem em startups em estágios iniciais, enfrentam o risco de perder todo o seu investimento se a empresa falhar. 

O cenário de incerteza inerente ao desenvolvimento de startups destaca a importância da análise cuidadosa, diversificação de portfólio e compreensão dos riscos envolvidos nesse tipo de investimento.

Zenefits: problemas na gestão

O caso da Zenefits é um exemplo notável de como os investimentos em startups podem ser arriscados. A empresa, que oferecia software para gerenciamento de recursos humanos, levantou mais de US$ 500 milhões em capital de risco em 2015, sendo avaliada em US$ 4,5 bilhões.

No entanto, em 2016, o CEO da Zenefits foi demitido após uma série de escândalos, o que forçou uma reestruturação da empresa. Isso resultou na diluição da participação dos investidores-anjo e de capital de risco.

Em 2018, a Zenefits foi adquirida pela HR Tech Holdings (atual TriNet) por U$ 200 milhões. Apesar de a empresa ser rentável e desejada pelo mercado, a venda resultou em prejuízo para os capitalistas de risco, demonstrando as incertezas inerentes ao investimento em startups.

Cabify: competição e mudanças regulatórias

A Cabify, uma das principais concorrentes da Uber, passou por várias rodadas de financiamento; no entanto, as avaliações mais recentes foram significativamente mais baixas do que em seu pico. A queda na avaliação da Cabify pode ser atribuída à intensa concorrência no setor de transporte sob demanda, além de desafios regulatórios em vários mercados.

Outro fator que pode ter contribuído para a queda na avaliação é a mudança nas condições do mercado de capital de risco. Nos últimos anos, os investidores se tornaram mais cautelosos e estão avaliando as startups de tecnologia de maneira mais rigorosa. Isso levou a uma correção na avaliação de muitas empresas de tecnologia, incluindo a Cabify.

É possível prever o retorno ao investir em startups?

É impossível prever o retorno do investimento em startups, mesmo que a startup seja altamente rentável e atue em setores e segmentos com previsibilidade de demanda. Essa é uma característica dos ativos de renda variável, cuja avaliação de mercado depende da oferta e demanda pelo ativo a cada momento. 

Para complicar a análise, startups geralmente são empresas jovens com pouco histórico de desempenho, dificultando a avaliação de seu potencial. A própria dinâmica do mercado, como a entrada de novos competidores, mudanças na tecnologia e regulação, dificultam a missão de avaliar o valor justo de uma empresa. 

A lucratividade e o potencial de venda da empresa dependem do cenário externo, incluindo taxas de juros, câmbio e condições socioeconômicas. Outro fator a ser considerado é a menor liquidez, ou seja, a possibilidade de converter o investimento em dinheiro. Na prática, dificilmente o investidor de startups recupera o capital investido nos primeiros anos.

Como reduzir o risco ao investir em startups?

O principal ponto para evitar decepções é ter expectativas realistas de retorno, partindo do princípio de que o investimento pode levar alguns anos para maturar ou mesmo começar a distribuir rendimentos. Outro aspecto crucial para reduzir o risco ao investir em startups é a análise profunda da empresa, do mercado e do veículo utilizado para o aporte, passando pelo contrato e reputação do intermediário.

O MB Startups é a vertical do Mercado Bitcoin (MB) especializada em captação de investimentos para startups, pequenas e médias empresas, e faz parte do Grupo 2TM, que possui empresas reguladas de finanças em Portugal e no Brasil, com mais de 4 milhões de clientes cadastrados. Orgulhamo-nos da liderança absoluta em ativos digitais na América Latina, sendo o primeiro unicórnio do setor após uma rodada de aportes em 2021.

No MB Startups, você encontra oportunidades para multiplicar seu patrimônio no longo prazo, investindo em startups promissoras a partir de R$ 100. Mais do que uma simples plataforma de crowdfunding, realizamos conexões entre investidores e empreendedores de startups. O processo é extremamente simples e sem burocracia, democratizando o apoio a inovações e ideias com enorme potencial de valorização. Confira nossas ofertas!

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